Consórcio regional realiza primeira grande entrega com aprovação ambiental da unidade de saúde prevista para junho
O processo de licenciamento ambiental do Hospital Público Regional de Divinópolis se tornou a primeira grande entrega do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário dos Municípios do Vale do Itapecerica (CIMMVI).
A equipe técnica do consórcio conduziu a análise ambiental da unidade de saúde. Em seguida, o Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente (CODEMA) aprovou o parecer por unanimidade no dia 7 de maio.
A previsão é que o Hospital Regional seja inaugurado em 1º de junho de 2026.
Hospital Regional passou por licenciamento complexo
O processo recebeu classificação ambiental de nível 1. Mesmo assim, técnicos consideraram o licenciamento um dos mais complexos já avaliados pelo programa do CIMMVI devido ao porte da obra e ao impacto regional da unidade.
Além disso, o hospital atenderá municípios de todo o Centro-Oeste mineiro, o que ampliou a necessidade de análises técnicas detalhadas.
Atualmente, o Programa de Licenciamento Ambiental do CIMMVI atende Araújos, Divinópolis, Lagoa da Prata, Perdigão e São Gonçalo do Pará.
Segundo o secretário executivo do consórcio, Vinícius Salomão, a equipe realizou uma análise criteriosa em todas as etapas do processo.
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Unidade terá 202 leitos
O Hospital Regional de Divinópolis contará com 202 leitos, incluindo UTIs adulto, pediátrica e neonatal.
Além disso, a estrutura terá maternidade, pronto atendimento, bloco cirúrgico, ambulatório e setor de diagnóstico por imagem.
A unidade oferecerá atendimentos em obstetrícia, cardiologia, ortopedia, neurologia, pediatria, urologia, oftalmologia e saúde mental.
Para concluir o empreendimento, o Governo destinou cerca de R$ 134 milhões. Desse total, R$ 49 milhões financiaram as obras e R$ 85 milhões custearam equipamentos e adequações estruturais.
Os recursos vieram do Acordo Judicial de Brumadinho.
Consórcio surgiu para reduzir burocracia
A Agência Novo Oeste iniciou a articulação para criação do CIMMVI em 2022, com apoio do Sebrae Minas e do Sicredi Sul Minas.
O objetivo da iniciativa foi acelerar processos ambientais e reduzir burocracias para municípios e empreendedores da região.
Além disso, o modelo consorciado busca fortalecer a regularização ambiental em cidades de pequeno e médio porte, que muitas vezes enfrentam limitações técnicas e estruturais.



