Presidente afirma que modelo não resolve desafios do ensino e reforça foco em qualidade e estrutura escolar
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil não precisa adotar escolas cívico-militares como estratégia para melhorar a educação. A declaração ocorreu durante agenda oficial e reforça o posicionamento do governo sobre o tema.
Prioridade na educação
Segundo Lula, o país deve concentrar esforços na melhoria da educação pública. Além disso, ele destacou a importância de investir em estrutura, garantir boas condições de ensino e valorizar os profissionais da área.
Nesse contexto, o presidente avaliou que o modelo cívico-militar não resolve os principais desafios enfrentados pelas escolas brasileiras.
- Empresários do Centro-Oeste de Minas são homenageados no Dia da Indústria 2026
- Simulador da reforma da Previdência já está disponível para servidores de Divinópolis
- Mega-Sena 30 anos: apostas para prêmio de R$ 300 milhões terminam neste sábado
- Governo de Minas homologa concurso da Polícia Civil
- Diocese de Divinópolis anuncia mudanças em paróquias de Divinópolis e Nova Serrana
Política educacional
O governo federal já decidiu encerrar o programa nacional que incentivava esse tipo de escola. Com isso, a gestão retirou a iniciativa das prioridades da política educacional.
No entanto, estados e municípios ainda podem decidir se mantêm ou não unidades nesse formato.
Debate em andamento
Apesar da decisão federal, o tema continua em discussão no país. Por um lado, há gestores que defendem o modelo. Por outro, especialistas e integrantes do governo apontam a necessidade de fortalecer o ensino público tradicional.
Investimento como caminho
Por fim, Lula reforçou que o avanço da educação depende de políticas públicas consistentes. Dessa forma, o foco deve permanecer na ampliação de investimentos e na melhoria das condições de aprendizagem em todo o país.
Com informações da Agência Brasil



