Polícia Civil recupera mais de 1,7 mil celulares em Minas, mas 408 ainda aguardam retirada dos donos
A Polícia Civil de Minas Gerais recuperou 1.714 celulares furtados, roubados ou extraviados desde o lançamento do projeto Tá Entregue, no fim de 2024. Apesar disso, 408 aparelhos celulares ainda aguardam pelos proprietários para devolução, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (21) pelo governo de Minas
De acordo com a corporação, muitos donos já receberam intimações e contatos telefônicos, mas ainda não compareceram às delegacias para buscar os aparelhos.
O chefe do 1º Departamento da Polícia Civil em Belo Horizonte, Rômulo Dias, explicou que a presença da vítima é necessária para concluir o procedimento de devolução.
“Vale frisar que, nessa intimação, a PCMG não pede confirmação de dados, não pede pagamento de qualquer espécie. A intimação simplesmente comunica a quem registrou um boletim de ocorrência anterior que o aparelho está pronto para ser devolvido”, afirmou.
O delegado também orientou vítimas que receberam mensagens da Polícia Civil a verificarem a situação do aparelho no portal oficial da instituição.
Como funciona o projeto Tá Entregue
O projeto Tá Entregue surgiu para agilizar a devolução de celulares recuperados pela Polícia Civil. Após localizar os aparelhos, a corporação identifica os proprietários e envia notificações pelo WhatsApp com orientações sobre a retirada.
Os cidadãos também podem consultar se possuem aparelhos recuperados por meio do CPF ou CNPJ no site oficial da Polícia Civil.
- Empresários do Centro-Oeste de Minas são homenageados no Dia da Indústria 2026
- Simulador da reforma da Previdência já está disponível para servidores de Divinópolis
- Mega-Sena 30 anos: apostas para prêmio de R$ 300 milhões terminam neste sábado
- Governo de Minas homologa concurso da Polícia Civil
- Diocese de Divinópolis anuncia mudanças em paróquias de Divinópolis e Nova Serrana
Investigações combatem receptação de celulares
Além da recuperação dos aparelhos, a PCMG intensificou investigações contra receptadores e grupos envolvidos no comércio ilegal de celulares.
Durante as apurações, policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em locais ligados aos investigados, incluindo shoppings populares e cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo a corporação, o registro do boletim de ocorrência com o número do IMEI aumenta significativamente as chances de localização e recuperação do aparelho.



